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O veredicto final...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Como já tinha publicado antes do Natal por aqui, queríamos acabar com o vício das chupetas antes do final do ano. Estipulámos a meta do dia 24 para começar a colocar em prática, uma estratégia que ainda não estava bem definida, mas depois de alguns conselhos de algumas leitoras experientes, às quais aproveito para agradecer, decidimos antecipar para o dia 23 de Dezembro! E qual foi a estratégia?! Nesse dia, cortámos as pontas das chupetas e mostrámos com uma grande cara de espanto; dissemos que tinha sido um bicho que tinha comido! Para nosso espanto, o Diego que estava muito mais dependente da chupeta, achou nojento e nunca mais a colocou na boca. Claro que levou umas 3 noites a chorar e pedir "té-té", mas nada pior do que já estamos habituados! A Maria, pelo contrário, continuou a querer a chupeta cortada, pelo menos para dormir!! Não conseguia adormecer sem colocar a chupeta cortada na boca, mesmo que fosse pouco tempo. A ideia de que iria ficar dependente de uma chupeta cortada, em que para chuchar teria de realizar movimentos de mandíbula incorrectos, começou a assustar-nos. Na semana passada, por cansaço deixou-se dormir sem a chupeta e aproveitei para jogar tudo ao lixo, justificando que o bicho tinha comido tudo de uma vez. Mais do mesmo, noites sem dormir, muitas birras, mas agora sem acessórios na boca. Os três continuam a usar uma fraldinha de pano, a qual não pretendo retirar, porque é o único conforto que têm.
Tirar chupetas não é fácil, mas também não é impossível. Requer persistência e resistência. 
Para que seja mais fácil, aconselho a definirem uma estratégia e colocarem uma data para iniciar, não coincidente com períodos de grandes mudanças para a criança. Considero os 2 anos, uma idade perfeita para retirar a chupeta, idade em que já compreendem o que lhes é explicado, mas que ainda não duvidam, nem questionam a veracidade dos factos. 




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