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Quando o primeiro dente cai....

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Como assim, já caiu um dente ao meu filho!? É mais uma etapa que fica registado nos álbuns e na memória, mais uma fase que anuncia aquilo que nós mães sabemos e não queremos ver... que eles crescem, que se tornam independentes e que deixam  de procurar o nosso colo nos bons e maus momentos. Um misto de emoções. Feliz por vê-lo eufórico a festejar a queda do dente, a querer mostrar a toda a gente (e eu com medo que o perdesse) e triste por sentir que o Dinis ganhou mais uma asa para voar. Mas faz parte... e o melhor de tudo, é agradecer e festejar por estarmos presentes nesses momentos. 
Ontem entrou um novo membro na nossa família, que promete não sair assim tão depressa. A Fada dos Dentes, passou por cá e deixou umas moedinhas e uma carta endereçada ao Dinis. O Diego e a Maria, que por enquanto não têm nenhum a abanar, empurram os dentes a toda a hora, para que algum caia. 




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Pavilhão do conhecimento - ir ou não ir?!

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

As várias vezes que fomos a Lisboa, pensámos em ir ao Pavilhão do conhecimento, mas sempre adiámos por falta de tempo e por duvidarmos se os miúdos iam usufruir muito do espaço. São três, nós somos dois e não conseguimos dar atenção individual para explicar as experiências, logo é uma grande desvantagem. Mas desta vez, associado ao facto de estar a exposição temporária dos Angry Birds, arriscámos e eles adoraram. Com 3 anos já conseguiriam participar e explorar algumas actividades como a casa inacabada, em que são os construtores, mas na minha singela opinião, acho que a idade ideal é a partir dos 4. O trio gostou da casa inacabada, adorou vestir o fato de astronauta e simular a forma como andam no espaço e principalmente fazer slide e atirar as bolas aos Angry Birds. Também assistiram à exposição permanente, onde
experimentaram quase tudo, mas claro, sem perceber porque as coisas aconteciam. Tudo muito lúdico e muito prático, o que cativa a maior parte das crianças. Aconselho!!













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Uma nova fase se avizinha!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Já temia a aproximação deste dia por algumas brincadeiras que aos poucos, foram aparecendo. Hoje foi o dia! Entrámos numa nova fase, a fase em que eu farei mais visitas à Primark, do que uma grávida à casa-de-banho. Pois é, apareceram as primeiras calças rotas no joelho dos deslizes pelo chão. Mas rotas mesmo, não é um buraquinho do tamanho de um dedo. Já que até está na moda a calça rota, e às vezes até mais caras, pondero deixá-las assim ou aproveitá-las para calções, porque desconfio que comprar remendos sairá mais caro que um par de calças. 
Digam-me por favor, que é uma fase e que tem tendência a melhorar! 





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Já comem melhor que muitos adultos!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Há cerca de dois meses, o trio iniciou-se na utilização de faca e garfo. A Maria já apresentava alguma tendência para o fazer, por isso teve mais facilidade, o Dinis e o Diego demoraram mais tempo, mas também já pedem que lhes coloque o garfo e faca e já os usam adequadamente. De vez em quando, jogam uma mãozinha ou duas para facilitar, o que também não acho completamente incorrecto. É um orgulho olhar para eles e comportarem-se desta forma, mas por outro lado, vê-los crescer tão rápido, faz-nos pensar e sentir saudades dos tempos que ficavam quietinhos e dependentes de nós. 



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3 dias de escola nova

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Três dias de jardim de infância já passaram e  tendo em conta o cenário, acho que o balanço é positivo e a adaptação está a encaminhar-se. Todas as crianças da sala, vinte e alguns, são novas na escola, ou seja, é normal haver muito choradeira, baba e ranho, todos os dias de manhã. O trio, por enquanto ainda não chorou desalmadamente. A Maria fica bem, o Diego fica tristonho e tem alguma dificuldade em largar-me a mão e o Dinis fica de lágrima no olho, implorando sempre por mais um beijinho. Não sei como seria se fossem individualmente, mas indo os três juntos, influenciam-se muito. Se o Diego vê o Dinis a chorar, também tem tendência a agarrar-se a mim e a Maria não vai brincar enquanto eu não sair. Tem vantagens e desvantagens. Quando os fui buscar, nos primeiros dois dias, pediram imediatamente para ir para casa, mas ontem já mais contentes, saíram e voltaram a entrar na sala, sem pressas de ir embora. As conversas entre eles e comigo demonstram o conhecimento da situação, que já andam na escola dos crescidos e que o Leo (antigo educador) ficou com os bebés, mas no momento de ficarem, ainda recuam. Já conhecem os nomes de muitos coleguinhas, qual o que chorou mais ou se portou pior e já falam das auxiliares e da educadora. 
Para mim, talvez esteja a ser mais difícil, como se calcularia. Não consigo (ainda) deixar de olhar para trás e não dar aqueles últimos beijinhos, que nunca mais acabam. A diferença entre o ambiente e funcionamento de uma creche e o jardim de infância (que não é necessariamente negativa) ainda me deixa ligeiramente insegura e "às aranhas". Acho que tenho dificuldade, aliás ainda não aceitei, que deixei de ter bebés e passei a ter três crianças pequenas. 

 

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É meu!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Depois das palavras "mamã" e "não", a expressão "é meu!", é a mais ouvida cá em casa! É "meu papá", é "meu abó", é "meu bola", é meu tudo! A autonomia e o crescimento trazem coisas boas e más, e de facto há muitos dias que me sinto quase bipolar; ora desejo parar o tempo nos dois anos, ora estou desejosa que o tempo passe e tenham 6 anos ou mais para que sejam independentes (consciente de que em todas as idades existem problemas e dificuldades)!
Nesta fase, já tem a perfeita consciência do que é seu, do que é do irmão ou irmã, ou do que é de todos mas quer que seja dele! Esta noção traz imensos conflitos entre as crianças, e principalmente cá em casa, porque todos têm a mesma idade, todos são "donos" de tudo e nenhum quer partilhar. Há dias que já não sei o que fazer, se os separar nas brigas por brinquedos, se ter sempre brinquedos a triplicar, apesar de ser contra essa política e não resultar, se..se...!O que é certo, é que eles têm a cara toda arranhada, e a maior parte das pessoas  perguntam se andam a brincar com os gatos! 
As teorias são sempre fáceis no papel mas na prática não são assim tão lineares. Aconselham sempre a incentivar a criança a partilhar um brinquedo, a partilhar algo que tenha em grande quantidade e a dividir tarefas. Os meus filhos cresceram a partilhar o espaço na minha barriga, crescem a dividir a atenção da mãe e do pai e mesmo assim, não aprendem a partilhar! Parece é que ainda disputam mais pelo mesmo. 
Sei que faz parte do crescimento, e que é bom sinal, mas há dias e dias. 
Alguém a passar esta fase e com conselhos práticos? 




Camisas e vestido Lanidor

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