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Feliz dia da Mãe!

domingo, 1 de maio de 2016

E porque hoje não se comemora apenas o dia da Mãe mas também o dia da trabalhador, ser Mãe deve ser a profissão do mundo mais difícil de executar. Assumimos essa profissão de coração desde o primeiro dia que sabemos que estamos grávidas, acumulamos com outra profissão fora de casa e estamos 24h sobre 24h de guarda, com o telefone ligado para alguma emergência. É um trabalho que não pára, que  não tem hora de início nem fim, mas que também não deixa de ser reconhecido a todo o instante, quando recebemos aqueles abraços e beijinhos doces que só uma mãe conhece. 
Fui mãe a triplicar, um papel demasiado exigente para qualquer super mãe, mas que o desempenho da melhor forma que consigo, sempre com a ajuda da minha querida e incansável Mãe, pelos valores e educação que me transmitiu e pela sua presença na vida dos meus filhos. Amo-te muito Mãe, e os teus netos também! 

Um dia feliz a todas as mães, principalmente para aquelas que são mães de anjinhos, e que hoje, por várias circunstâncias da vida, não poderão receber um abraço e um beijinho, mas que estão protegidas pela sua estrelinha. 



 

 
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Que me desculpem as mães de um...

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Acho que todas as vezes que coloquei assistência aos filhos, fiquei com mais do que um filho em casa, ou mesmo com os três. Mas, felizmente no último ano, as doenças acalmaram cá por estas bandas e não temos tido necessidade de ficar em casa muitos dias, ou porque coincidiu com o fim de semana ou porque tivemos a ajuda da avó.  Desta vez, já estamos há três dias em casa, eu e o Diego, e tenho a sensação de que estou a aprender a ser mãe de um único filho. Mesmo ele estando doente, e levar a coisa a sério como um HOMEM grande, sempre a queixar-se, é tudo tão mais fácil!! As rotinas são diferentes, aliás não existem, o comportamento é completamente distinto, conseguimos brincar os dois sem sermos interpelados por choradeiras paralelas, conseguimos pela primeira vez, jogar no iPad e até bolinhos fizemos! Para quem não imagina a rotina de ter trigémeos de dois anos e meio, basta dizer que, se estiver sozinha e quiser ir à casa de banho, tenho de levar os três, para não correr o risco de grandes acidentes. Claro que preferia não ter de ficar em casa com o meu filho doente, mas já que fomos obrigados a isso, aproveitámos os dois para nos mimar muito!! 
Para as mamãs de um não ficarem muito zangadas comigo, assumo que se tivesse um único filho, seria muito mais caprichoso e mimado (apesar dos meus também serem) e de certeza que eu me queixaria na mesma de muito trabalho! 






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Que a voz nunca nos falte....

sábado, 16 de abril de 2016

A Voz é a minha área de paixão na Terapia da Fala. Confesso que também gostaria de intervir noutras áreas da minha formação,  mas trabalhar com a Voz Humana, faz-me sentir realizada profissionalmente. Apesar da minha vida pessoal e profissional ter dado uma grande volta  com o nascimento do trio, tentei retomar a minha actividade, com algumas limitações, no entanto, com o maior empenho possível e com objectivos profissionais futuros.
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Voz, e com este dia, inúmeros rastreios e iniciativas se realizarão. A voz transmite pensamento e emoções e uma alteração da voz na criança ou no adulto, pode dificultar a comunicação. Não tratem a voz como um bem adquirido, porque se não a cuidarmos, algum dia pode falhar. Não desvalorizem uma voz rouca seja em criança ou adulto, porque na maior parte das vezes é único sintoma de patologia das cordas vocais. 
Ouçam a vossa voz e saibam identificar  alterações. Uma rouquidão que se prolongue  por mais de 15 dias é motivo para procurar o médico.
Cuidem da vossa voz!




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Mandamento número 2

quarta-feira, 30 de março de 2016

Desde que cheguei a casa, que os três não me deram descanso, os três a pedir colo, birras, discussões e tentativas de agressão à própria mãe! As feridas das arranhadelas entre eles estavam quase a sarar, mas hoje "acenderam" mais umas quantas. O que se faz nestas alturas? A vontade que tenho, todos devem imaginar, mas recorrendo aos 10 mandamentos, mais especificamente o número 2, que estou seriamente a pensar colá-los na parede da sala, ausentei-me, fechei-me no quarto e estou a escrever, conto até 100, respiro fundo e vou dar o jantar às crianças com um sorriso de mãe nada descansada! 
Há dias difíceis, mas aqui são quase todos!


Imagem retirada de Pinterest





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E quando as mães ficam doentes

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Um pré-requisito de ser mãe deveria ser a imunidade às doenças. Os bichinhos que trazemos da rua e os que os filhos trazem do infantário deveriam ficar à porta de casa.
Mas, e quando as mães ficam doentes?! Quem cuida das mães? Quem cuida dos filhos?

1. Quando as mães ficam doentes, têm de interiorizar uma dose considerável de anestesia, para aliviar todas as dores e mal estar. Então afinal, será que a dor é mesmo psicológica?!
Esta sexta fiquei de repouso forçado, mas antes de tentar recuperar-me, ainda tive de me levantar, deixar as dores na cama, ajudar a vestir o trio, lidar com as birras matinais e ajudar na preparação do pequeno almoço. 

2. Quem cuida das mães, somos nós próprias, que muitas vezes nos auto-medicamos, ou seguimos os conselhos das amigas, bebendo litros de chá de equinácea ou então, apesar de sabermos que não se deve fazer, pegamos no antibiótico que sobrou dos filhos na última infecção respiratória. 
Confesso, que tentei o chá de equinácea, mas não surtiu efeito, até porque com médico em casa, não tenho muitas escapatórias para auto-medicação. 

3. Quem cuidará melhor dos filhos, do que nós próprias, mesmo doentes! Ninguém sabe melhor que nós, mães, quais os horários para comer, dormir e brincar; quais os motivos das birras; qual a comida e brincadeira preferida!! O pai até pode remediar, mas há sempre um telefonema ou um pedido de socorro. 

Este fim de semana estamos assim! Uma mãe de trigémeos a fingir que está óptima, que em vez de descansar e recuperar, aproveita os bocadinhos que o pai está presente, para preparar as refeições e colocar máquinas de roupa a lavar e secar! 

Mas tenho a certeza que com os abracinhos e beijos a triplicar, esta mãe vai curar-se num abrir e fechar de olhos!!






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É meu!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Depois das palavras "mamã" e "não", a expressão "é meu!", é a mais ouvida cá em casa! É "meu papá", é "meu abó", é "meu bola", é meu tudo! A autonomia e o crescimento trazem coisas boas e más, e de facto há muitos dias que me sinto quase bipolar; ora desejo parar o tempo nos dois anos, ora estou desejosa que o tempo passe e tenham 6 anos ou mais para que sejam independentes (consciente de que em todas as idades existem problemas e dificuldades)!
Nesta fase, já tem a perfeita consciência do que é seu, do que é do irmão ou irmã, ou do que é de todos mas quer que seja dele! Esta noção traz imensos conflitos entre as crianças, e principalmente cá em casa, porque todos têm a mesma idade, todos são "donos" de tudo e nenhum quer partilhar. Há dias que já não sei o que fazer, se os separar nas brigas por brinquedos, se ter sempre brinquedos a triplicar, apesar de ser contra essa política e não resultar, se..se...!O que é certo, é que eles têm a cara toda arranhada, e a maior parte das pessoas  perguntam se andam a brincar com os gatos! 
As teorias são sempre fáceis no papel mas na prática não são assim tão lineares. Aconselham sempre a incentivar a criança a partilhar um brinquedo, a partilhar algo que tenha em grande quantidade e a dividir tarefas. Os meus filhos cresceram a partilhar o espaço na minha barriga, crescem a dividir a atenção da mãe e do pai e mesmo assim, não aprendem a partilhar! Parece é que ainda disputam mais pelo mesmo. 
Sei que faz parte do crescimento, e que é bom sinal, mas há dias e dias. 
Alguém a passar esta fase e com conselhos práticos? 




Camisas e vestido Lanidor

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Sugestão de brincadeiras #1

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Hoje foi um dia caseiro sem grandes programas. Ontem a Maria já tinha ficado com a avó, porque tinha febre e então não quisemos arriscar grandes saídas. Apenas fomos meia hora ao parque, perto de casa, para gastar alguma energia. Como é habitual, os dias em casa tornam-se terríveis e intermináveis, só se lembram de fazer asneiras, de mexer onde não devem e bater uns nos outros. É de loucos! Por este motivo tento sempre, dentro das possibilidades, arranjar brincadeiras lúdicas e estimulantes, para passarem o máximo de tempo entretidos e organizados. 
Há algum tempo tinha comprado numa loja tipo chineses, um caderno com 750 autocolantes e com cenários específicos, a quinta, o mar, a selva e a floresta para colar os animais e objectos correspondentes a cada contexto. De facto, eles adoraram! Hoje apenas colámos os animais da quinta, os outros estão guardados para o próximo dia. Se dermos muitos estímulos ou distratores, eles terminam por não fazer nada decentemente, e a aprendizagem será menor. É óbvio que ainda precisam de ajuda, apesar de já conseguirem tirar alguns autocolantes. A melhor forma que encontrei para jogarmos era eles pedirem o que queriam, nós descolarmos para eles colarem no sítio que queriam. Considero um jogo adequado desde os 2 anos, com maior supervisão, até aos 6.








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Ela é...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Ela é habilidosa e talentosa!
Ela é paciente!
Ela é a minha cadeira, quando eu estou quase no chão!
Ela reconhece a minha voz triste ou contente!
Ela é a única pessoa que é capaz de me substituir!
Ela é a única pessoa a quem entrego e confio os meus filhos!
Ela é capaz de cuidar dos três e às vezes até melhor que eu!
Ela é única...é a minha mãe, a super avó!

Se muitas vezes eu me questiono porque é que fui escolhida para ser mãe de trigémeos, eu também sei a resposta. De facto, a minha família foi a escolhida! Apesar de serem poucos, a minha família encarou a situação com a maior naturalidade e descontração possível. Desde o momento em que os trigémeos nasceram, a avó esteve ao lado deles, na neonatologia, a dar colinho, quando o pai não podia, a sofrer com eles todas as picadas necessárias a que eram sujeitos e a rezar baixinho pela sobrevivência dos netos! Não desprezando as outras avós, que de certeza também são fantásticas, acho que esta situação não é para todas, ser avó de trigémeos não deve ser tarefa fácil (eu espero não sê-lo). A minha mãe é avó e como tal consegue ter uma paciência infinita para os seus netos, dando-lhes toda a atenção e brincando como se fosse criança novamente. Estraga-os quanto baste, não lhes faz todas as vontadinhas, mas se lhe pedirem comida, não é capaz de lhes negar! Avó é mesmo assim, ajudar na educação, seguindo as linhas que os pais decidam, mas com uns miminhos extra. Só tenho de agradecer a sorte que temos, pelos meus filhos poderem conviver com a avó vários dias por semana, mesmo que isso implique não me ligarem nenhuma! Queres ajuda Dinis? - Avó dá! Queres sair da cadeira Maria? - Bó! Diego queres que a mamã dê a sopa? -NÃO, a Bó!

Obrigada por tudo mãe! 



1. com uma gravidez, fiquei logo com 3 filhos;

2. a quantidade de vezes que ouço Mamã;

3. os abraços e beijinhos a triplicar;

4. tornei me numa mae muito mais prática, organizada e exigente com as rotinas e horários;

5. passamos pelas fases de desenvolvimento apenas uma vez, apesar de todo o trabalho;

6. nunca se sentirão sozinhos, sem ninguém para brincar;

7. tenho a esperança que aprendam a partilhar;

8. apesar de no momento não acharmos piada, adoramos a forma como se unem para fazer asneiras;

9. temos a casa sempre cheia;

10. ter 3 filhos com a mesma idade, na mesma fase mas com personalidades  muito diferentes.



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Kits de Natal para meninos!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O Natal é uma festa da família, em que todas as mães se preocupam em vestir os seus filhos de acordo com a época. Os tons de vermelho invadem as montras natalícias, mas como nem todas as mães são obrigadas a gostar do típico tecido axedrezado nos calções de peitilho, camisas ou fofos, decidi apresentar propostas natalícias para gostos mais variados e com preços mais em conta. 

Espero que gostem! 



Calças com suspensórios e blusa Zara
                      Carneiras Pisamonas




Calções, camisa e casaco zara






Camisola e calças H&M
Carneiras Pisamonas




Gorro Zara
Fofo e bodie Oh Cutxi Kids!
Sapatos Moleke



Calções de peitilho e fofo Laçarote Sweet Collection
Sapatos Moleke



Calções de peitilho Borboleta
Carneiras Pisamonas





Estas são as 10 coisas que menos gosto de ser mãe de trigémeos, que me faz pensar muitas vezes o quanto seria melhor ter um filho de cada vez.

1. não aproveitar a gravidez até ao fim;

2. não conhecer a sensação de ter um filho único;

3. não conseguir ir a um parque ou dar um passeio sem ajuda de outro adulto;

4. não ter colo nem mãos para os três;

5. não conseguir ter tempo suficiente com cada um individualmente;

6. não conseguir fazer um jogo ou tarefa do princípio ao fim, sem que haja peças pelo ar ou discussão;

7. não passar despercebida;

8.não conseguir evitar as comparações;

9. os gastos a triplicar, com as mesmas necessidades ao mesmo tempo e sem que nada passe uns para os outros;

10. ter que evitar frequentar alguns locais públicos. 



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