Chega a uma determinada idade ou fase da vida, grande parte das mulheres sentem o desejo de ser mães. Mas será que estamos preparadas? Lemos livros, manuais de instruções com imagens explicativas de como mudar a fralda, de como compreender o choro do bebé ou de como fazer com que durmam a noite toda. Chega o dia do nascimento e parece que sofremos uma amnésia, que tudo o que lemos ou ouvimos não faz sentido ou nem se aplica. Pensávamos que aguentávamos noites sem dormir, mas ao final da segunda, já entramos em desespero. Pensávamos que sabíamos tudo sobre a amamentação, mas ao terceiro dia, percebemos que ainda não houve a subida do leite e que o bebé precisa de se alimentar. Passamos pelo mesmo aos 2 anos, na famosa idade das birras, quando coleccionamos livros de como lidar com os “terrible two”, aos 3, aos 4 quando parece que só sabem falar em xixi e cocó, e assim sucessivamente por todas as idades, quando procuramos receitas milagrosas para lidar com os nossos filhos.
Sinceramente, acho que a melhor preparação será reconhecer que não há livros de instruções para mães, que não há crianças iguais e prepararmo-nos para o desconhecido e o imprevisível, mesmo quando se trata do segundo ou terceiro filho. Ninguém nos preparou para o amor, pois não! Então como poderíamos estar preparados para ser mães, se ser mãe é essencialmente amar, amar e amar!? 




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Há males que vêm por bem!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Não há melhor frase que se aplique a esta situação que esta, dos antigos “Há males que vêm por bem”. Há um mês, mais ou menos, o Dinis chocou contra a cabeça de um colega na escola, sangrou imenso da gengiva e os dentes, os incisivos inferiores, começaram a abanar. Ligaram-me de imediato da escola e como estava a trabalhar, falei com o médico estomatologista de serviço que se prontificou a observá-lo. Resumindo, não havia muito a fazer, além de dar-lhe alimentos moles e líquidos para os dentes não caírem, para já. O Dinis, que ouviu atentamente o que o médico disse, evitou morder alimentos com esses dentes e sabem que mais?! Deixou de roer as unhas!!! Pois é! Este menino tinha começado a roer as unhas há uns 4 meses, principalmente à noite e de uma forma já exagerada. Eu, que também roí até aos 13, sei o que custa deixar e já andava a tentar encontrar uma solução para o problema, inclusivé, ponderar colocar um picante fraquinho na unha. Mas felizmente, não foi necessário. Com esta queda, ele próprio ganhou a consciência de que não podia roer as unhas, para manter os dentes e deixou! Ah, e os dentes estão óptimos, não caíram!




O mindfulness é uma prática muito popular hoje em dia, ou pelo menos, um termo muito usado. No mundo em que vivemos, cheio de pressão e stress, a importância de estar em sintonia com o corpo e a mente é cada vez mais valorizada. Estes novos padrões de comportamento também se aplicam às crianças, e por isso a Educa lançou num mercado as Nebulous Stars, uns jogos com o objectivo de melhorar a atitude e a criatividade, favorecendo o relaxamento. 
O trio teve a oportunidade de experimentar 3 das 12 actividades que se encontram à venda, e apesar de estar indicado para uma idade ligeiramente superior, só vos posso dizer que ainda não largaram as caixas. Também é um jogo mais indicado para meninas, mas como cá em casa, todos brincam com tudo, os três exploraram os jogos.





1. O Adivinhador da Marinia é completamente personalizável, porque contém uma grande variedade de de folhas de origami e mais de 740 complementos decorativos.





2. Os desenhos para Raspar Nebulia (os meus favoritos), vêm num papel negro opaco que ao raspar,  faz magia e transforma-se num desenho de bonitas cores metalizadas. 





3. Spiro Estrelas Isadora é o espirografo da Via Láctea para desenhar constelações, remoinhos e galáxias no papel estrelado graças às suas canetas de gel com efeito metálico. 










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Levámos a Bonecada ao hospital

sábado, 28 de abril de 2018

Grande parte das crianças têm medo de ir ao hospital, ou porque já tiveram uma experiência menos boa ou simplesmente porque as batas brancas os assustam. Nós pais, por vezes, também temos culpa ao verbalizarmos frases que por si só já transmitem negativismo, como por exemplo, não comes vais para o hospital ou portaste-te mal, levas uma pica. Para desmistificar este medo de ir ao hospital, a Associação de Estudantes da Nova Medical School, organizou pela 17 edição, o Hospital da Bonecada, no Centro Comercial Colombo, a decorrer até amanhã, das 9h às 21horas. O trio, que por acaso não tem muito medo de hospitais e toma medicamentos como se fosse água, lá levou os seus bonecos para tratar, neste hospital “a sério”. A viagem começa na Sala de Triagem onde os doentes são vistos antes de serem encaminhados para os consultórios médicos, para serem recebidos pelos médicos (estudantes de medicina) para lhes explicar as doenças dos seus filhos. Segue-se a sala de Desinfecção e o Bloco Operatório, no qual as crianças podem conhecer melhor a vida ao microscópio. Ao lado, os enfermeiros na Sala de Tratamentos fazem os curativos aos bonecos e na Sala de Farmácia, ficam a conhecer melhor porque devemos tomar os medicamentos de forma controlada. A viagem continua pelo Consultório de Medicina Dentária e pela Sala de Imagem Médica e Radioterapia.
Este hospital integra ainda o Ginásio da Fisioterapia, onde as crianças podem fazer alongamentos com os seus brinquedos, a Sala da Visão, a Sala da Nutrição, onde são aconselhados por estudantes de Nutrição e Dietética, a adoptar hábitos de vida saudáveis. Para terminar em grande está a Terapia da Fala, assim como a Psicologia. 
Falta apenas um dia para terminar, mas posso dizer-vos que a visita vale mesmo muito a pena, que todos os estudantes das respectivas profissões estavam empenhadíssimos a explicar tudo às crianças, com recurso a material real e linguagem adequada. Os meus filhos adoraram e já dizem que querem voltar.
Parabéns à organização!




















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Primeiro banho de cueca na praia...

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Não foi o primeiro dia de praia oficial, porque não íamos preparados com fatos de banho, toalhas e lancheira, mas acho que podemos considerar o dia de molhar a cueca. Começaram por molhar os pés na água, que por acaso até não estava muito fria, acabaram por molhar os calções que tinham vestidos e ficar só em cuecas a molhar o resto! Até já pediam as braçadeiras! Geralmente é nestes dias em que não vamos preparados, que a vontade de ir para dentro de água é sempre maior. E para ser sincera, deve ser muito mais divertido, brincar na praia de cuecas que de fato de banho. Pelo menos, eles divertiram-se imenso, não queriam sair de lá e já diziam que amanhã voltavam! Esta é a sorte de viver no Algarve e perto do mar. 
Quem mais foi molhar os pés?


















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O susto que apanhámos com os estores japoneses

terça-feira, 24 de abril de 2018

Isto já aconteceu há quase uma semana, mas sinceramente depois de saber do sucedido (eu não estava, já tinha saído para o trabalho), fiquei apavoradíssima com o que podia ter acontecido se o pai não estivesse ali no momento, e nem consegui partilhar aqui. Infelizmente, os perigos estão por todo o lado e na maior parte das vezes, é nos locais mais familiares que acontecem os maiores acidentes. Hoje, resolvi partilhar, porque acho que deveria alertar para este perigo, o dos fios/ cordões dos estores japoneses. Talvez já vos tenha também passado pela cabeça desse perigo, mas nunca pensamos que nos possa acontecer. Pois é, na quinta-feira de manhã, eu saí para o trabalho e o trio ainda ficou a tomar o pequeno almoço com o pai. Levantaramse como o habitual, depois de terminarem e o Diego foi brincar nos estores da cozinha. O pai chamou-lhe a atenção que aquilo era perigoso e ele nada. Até que os irmãos mais afastados, começaram a provocá-lo e ele ao tentar apanhá-los, fica preso em suspensão pelo fio do estore no pescoço e no braço. O pai que estava ali, retirou-o de imediato, no entanto, ainda deixou uma marca enorme na metade do pescoço ( com o choque nem tirei foto) e ainda provocou o vómito. Quando o meu marido me contou, até parecia que o meu coração queria parar. À tarde, quando chegámos a casa, o Dinis contou logo o que tinha acontecido e os três prometeram que não voltariam a mexer nas cortinas. Vamos ver! Coração de mãe nunca descansa mesmo!!! 


Deixo-vos a fotografia tirada hoje, quase passado uma semana, ainda tem uma leve marca.




A hora já mudou há um mês e por incrível que pareça, apesar de adorar o horário de Verão, esta mudança veio desestabilizar toda a nossa rotina. À excepção dos dias de chuva, que vamos logo para casa,  quando vou buscá-los à escola, há tanta luz, que acham sempre que ainda são horas de ir ao parque brincar. E claro que nessa situação, eu sou incapaz de não deixar, uma vez que já tiveram dias mais que suficientes fechados em casa. O pior é que, mesmo indo ao parque, chegamos a casa ainda de dia e à hora em que se costumavam deitar, às 8h30, ainda há luz. Claro que não querem ir para a cama e inventam todas as desculpas para não se deitarem. Resumindo, deitam-se muitas das vezes, 30/45 minutos mais tarde, adormecem ainda mais tarde com a excitação, o que lhes quebra a rotina do sono e o tempo para mim, incluindo a escrita no blog e algum trabalho extra que tenho tido para fazer.... Na realidade, esta é a primeira Primavera que passam sem dormir a sesta e apesar de compreender que querem aproveitar todas as horas de luz, estou a tentar reajustar os horários para que não deixem de dormir as horas necessárias para a idade deles. Vou continuar nesta luta e prometo que não voltarei a estar ausente deste mundo virtual, tanto tempo. No entanto, podem sempre acompanhar-nos no Instangram (@maede3gemeos). 





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